PORNO GAY

Conto – Aliviando o Macho Separado

conto mala

Então, o conto que irei relatar agora aconteceu por uma iniciativa minha, demorada, mais em fim, aconteceu.
Sou ativo, tenho 25 anos, alto, 1,78, olhos claros e um pouco de barriga.
Com aquela vontade insaciável de sexo minha e a minha preferência por homens mais maduros e sabendo da separação do pai de um dos meus primeiros machos, fiquei louco. Planejei, achava que não iria colar e até então nada. Tava ficando louco, queria aquele macho.
André (nome fictício) é um homem de 42 anos, baixo, cabelos no peito e nas pernas, sempre exibido, meio parrudo e sempre que veste calção desses de praticar esporte, da pra perceber a sua jeba, que mesmo mole demonstra ser bem apetitosa.
Bato punheta imaginando esse macho desde pequeno, agora não queria ficar só na punheta. Mesmo eu sendo ativo, queria aquele macho pra mim.
Certo dia em uma festa, encho a cara e já no finalzinho, lá aparece André. Chegou perto me ofereceu cerveja e começamos a engatar mais uma cerveja. Ele fala da noite que não pegou ninguém e aproveitei pra falar de putaria.Mostrei lhe alguns vídeos de sacanagem e falei das minhas artes na cama. André falou que na cama toparia também todas essas sacanagem e então me pediu os vídeos, passei meu whatsapp e depois dali passamos a trocar mensagens. Nos despedimos e saímos dali de mãos abanando.
Agora trocávamos bastante mensagens. André é um puto, me passou cada vídeo e uma vez chegamos a conversar sobre penetrar um cuzinho. A cada conversa nós íamos nos tornando mais íntimos. Ele falou uma vez inclusive da seca e da vontade de comer um cú, quase me ofereci, mais ele é daqueles que só atiça. Fiquei meio que com receio de me oferecer. Queria arrumar um jeito, mesmo eu sendo ativo daria pra ele.
Em uma noite em casa sem nada pra fazer, chega mais uma mensagem de André no meu celular, o que era pra ser uma simples conversa, acaba sendo uma emboscada. Não desconfio de nada, já estava acostumado com aquelas conversas que não dava em nada.
Na mensagem André me chama pra dar uma volta e beber uma, aceito o convite e vou até a casa de sua mãe, seu novo endereço desde que se separou. Chegando lá a moto já estava estacionada do lado de fora e ele me esperando. Avisa que esqueceu algo e volta para dentro de casa para pegar algo que esqueceu.Percebi que era uma camisinha só sorri e ele falou que é para caso apareça alguma emergência. Saímos dali e fomos da uma volta. Sentamos em um bar e papo vai, papo vem a conversa acaba em sexo. Só que eram assuntos mais picantes, sobre preferências na cama.
Saí dali meio bêbado e falei pra ele que ele poderia fazer qualquer coisa comigo, que poderia se aproveitar de mim que eu não iria lembrar de nada no dia seguinte, mento rsrs…Ele mordeu a isca, coçou a vara e saímos em destino. Fomos pra um lugar fora da cidade, afastado. André me chama pra tocar uma, falo que estou desestimulado por conta do álcool, mais caso ele queira posso lhe servir com uma mão amiga. Ele prontamente aceita.
Ficamos parado no local, olhamos para todos os lados para ver se estava tudo seguro, então André coloca seu mastro pra fora, moreno, veiudo, cabeçudo, meio bomba. Ele fala “abaixa” atendo o seu pedido. Mais o que era pra ser só uma punheta, acaba sendo um oral. André meio que se esquiva espantado, mais se aproxima novamente e pede pra que eu continue.
Feliz, começo um frenético vai e vem, abaixo mais suas calças pra que fique mais a vontade e fico nesse ali de boca por alguns instantes.
André pega sua rola e agora a punheta com a mão. Me deito sobre a moto. Indico que quero aquele mastro no meu rabo e meu macho vem de encontro com o rabo de sua patinha. Que delícia, André abre bem minhas pernas e começa a usar os dedos pra preparar sua “bucetinha de macho” como ele chamou meu rabo.
Caraca eu ia dar, mais sabia que iria sair dali satisfeito. Quando meu macho avisa que está pronto, encapa o cacete e da uma cuspida, vai aos poucos tentando enfiar aquela mangueira toda no meu buraco, resisto aquela dor e o do um empurrão, mais já era tarde, agora teria que suportar. A cada cm que entrava no meu rabo ele ia passando e me fazendo carinho nas costas, beijando meu pescoço e mordiscando minha orelha. Quando me deu conta já estava tudo dentro. Que dor, passando alguns minutos só sentia prazer sentindo todas aquelas estocadas no meu rabo.
André fodia agora com mais intensidade e agora ouço gemidos, sinto carinho nas costas e toda a carência do meu macho. Coloquei muita porra pra fora sem ao menos tocar uma punheta. Não demora muito e ele solta além de urros, intensos jatos de porra no meu rabo que agora estava dolorido e todo melado.
Prometemos guardar segredo e ofereci meu cú como depósito de porra pra ele. André concordou que rolaria outras vezes e agora estou esperando. Mais só faço passivo pra ele. Sou sua puta, sua mulherzinha.

*Este conto foi escrito pelo autor de codinome ‘Vontade24horas’ do ‘Conto Erótico’.

Tem uma boa história para contar? Envie para blog.garotoesperto@gmail.com

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